Monday, April 29, 2013

O REI QUE COMEU GRAMA PARA RECONHECER QUE DEUS É DEUS!


O REI QUE COMEU GRAMA PARA RECONHECER QUE DEUS É DEUS!

Daniel 4:34 Ao fim daquele período, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e percebi que o meu entendimento tinha voltado. Então louvei o Altíssimo; honrei e glorifiquei aquele que vive para sempre. O seu domínio é um domínio eterno; o seu reino dura de geração em geração. 35 Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como lhe agrada com os exércitos dos céus e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de resistir à sua mão ou dizer-lhe: “O que fizeste?”

A riqueza, a glória e o poder atraem os homens. A ostentação sempre tem um lugar em nossos corações. Gostamos de exibir o que somos e, principalmente, o que possuimos. Pense comigo: Desde a roupa nova que adquirimos (seja simples ou luxuosa), até carros e casas, somos propensos a querer que os outros vejam aquilo que temos. É assim que começa o nosso esforço para querermos a riqueza, a glória (sermos reconhecidos e aplaudidos por aquilo que conquistamos) e o poder. Em muitos casos, pessoas perdem, vendem e deliberadamente esquecem seus valores familiares, morais e espirituais para alcançarem o poder.

Nabucodonosor era um general da Babilonia que aniquilou Ninive, a então capital do Império Assírio. Reconstruiu a cidade de Babilônia e destruiu Judá, capturando Jerusalém e destruindo o primeiro Templo em 587 AC. Só por estes feitos, ele já era um rei respeitadíssimo. Quem ousaria alguma coisa contra aquele que “desafiou” o Deus de Israel?

Nabucondonozor também era um sonhador...seus sonhos lhe causaram muita insônia, mas ele teve a felicidade de ter capturado Daniel, que era um adolescente judeu levado pelas tropas do exército babolônico como prisioneiro de guerra. Daniel já havia interpretado outro sonho do rei que quase custou a vida de todos os encantadores e advinhos da coorte real. Este rei caldeu também já havia testemunhado um dos grandes milagres do Velho Testamento, bem debaixo do seu nariz: Tres jovens, que como Daniel, foram levados como cativos para Babilônia, se recusaram adorar a sua imagem e foram jogados vivos numa fornalha impressionantemente quente! Ananias, Misael e Azarias cairam amarrados na fornalha e não tiveram nenhum fio de cabelo do corpo queimados; e para a admiração de Nabucodonozor, tiveram a companhia de um quarto homem que, nas palavras do rei, “era semelhante ao filho dos deuses.” – Bem, com estas experiências, poderíamos deduzir que este monarca caldeu “de converteu”! Errado!
O rei teve outro sonho, só que desta vez, ele contou o sonho (porque da primeira vez, ele não quiz nem contar o que tinha sonhado, com medo que seus advinhos o enganassem). Daniel é chamado, Deus dá a interpretação do sonho para Daniel e o que Jeová revelou, aconteceu. Mesmo com o conselho de Daniel, o rei não se humilhou nem reconheceu a soberania de Deus.
O desejo de ostentar tudo o que fez e o que possuia, tornou-se num grande e irreversível orgulho que fez com que o Senhor Deus colocasse o maior imperador da época para comer grama, vivendo como um animal irracional!

Depois de ter, literalmente pastado (comer pasto), este homem honrou e glorificou ao Deus Altíssimo. Nabucodonozor reconheceu que, por mais poderoso que seja um homem, reino, império ou estado, diante de Deus eles são insignificantes. Deus é porque que Ele é, e não porque eu creio ou deixo de crer! Isto ficou tão impregnado na mente deste monarca que, ele deixou uma conclusão teológica básica para qualquer pessoa que queira ter um relacionamento sincero e íntimo com o Todo-Poderoso: Nada nem ninguém pode resistir a Deus! Uma vez que Ele determinou alguma coisa, pronto! Está feito!

Muitas vezes me vejo questionando a Deus por tantas coisas que, na minha sincera, porém ignorante “achologia”, penso estar errada, fora do lugar, inapropriada, injusta, etc., etc., etc. Deus compartilha os Seus planos com seus filhos íntimos, mas para que estes façam parte (participem) daquilo que Ele quer fazer. Não obstante Ele seja bondoso demais para “contar” com simples mortais como nós para fazermos Sua obra, nunca devemos sequer esboçar um resquício de orgulho neste privilégio. Ser um cooperador na obra de Deus, é um ato da Sua graça e não um mérito daquilo que eu sou ou possuo!

Deus dá e tira, faz e desfaz quando e como ele quizer! Nem o mais extraordinário dos homens, nem o mais comum dos mortais podem se jactar diante do Senhor de toda a Terra! Que nunca precisemos “comer grama’ para reconhecer isto e viver nesta verdade!

Deus te abençoe!

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